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	<title>álcool &#8211; Alexandre Schumacher Triches</title>
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		<title>TRF4 considera dependência de álcool um tipo de deficiência e concede benefício assistencial a paranaense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Terezinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 14:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
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					<description><![CDATA[A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) concedeu, dia 14 de dezembro, benefício assistencial a um paranaense de Astorga de 52 anos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="modal-ready"><p>A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) concedeu, dia 14 de dezembro, benefício assistencial a um paranaense de Astorga de 52 anos que é dependente de álcool e vive em estado de miserabilidade. O benefício, no valor de um salário mínimo mensal, deverá ser implantado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no prazo de 45 dias a contar da intimação.</p>
<p>O homem apelou ao tribunal após ter o auxílio negado em primeira instância. Segundo o perito, ele sofre de transtorno mental e de comportamento devido à dependência ativa de álcool. “É doença crônica, que causa desejo forte ou senso de compulsão para consumir álcool, dificuldade de controlar início, término e consumo, tolerância, abstinência fisiológica, entre outras”, diz o laudo.</p>
<p>Quanto à condição econômica, o autor mora numa peça nos fundos da casa da mãe, idosa de 73 anos de idade que vive com um salário mínimo de pensão.</p>
<p>Segundo o relator, juiz federal Hermes Siedler da Conceição Júnior, juiz federal convocado para atuar no TRF4, “a incapacidade para a vida independente a que se refere a Lei 8.742/93, que trata da assistência social, deve ser interpretada de forma a garantir o benefício assistencial a uma maior gama possível de pessoas com deficiência.</p>
<p>O magistrado salientou em seu voto que as provas anexadas aos autos apontam a incapacidade laborativa do autor, ratificada por testemunhas. Siedler da Conceição frisou que durante a entrevista de perícia social o autor estava embriagado e com sinais visíveis de insanidade mental.</p>
<p>“A incapacidade para a vida independente não exige que a pessoa possua uma vida vegetativa ou seja incapaz de se locomover, de se alimentar ou de fazer a própria higiene”, afirmou o magistrado, explicando que o benefício pode ser concedido ainda que não haja uma total dependência do beneficiado.</p>
<p><strong>Fonte: TRF4</strong></p>
<p><strong>Link: http://www2.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=12548</strong></p>
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