Num momento em que vivemos uma grande crise de lideranças no mundo, o discurso do Papa Francisco ontem, no Congresso dos Estados Unidos, conseguiu mudar o meu dia. Assisti do início ao final, e essa não é a primeira vez que escrevo sobre o trabalho do líder argentino da igreja Católica. No meio dos deputados e senadores norte-americanos, o papa abordou a temática do meio ambiente, da valorização da família, da importância dos debates internacionais, do fim da pena de morte. Sobre a importante questão dos refugiados, disse algo simples, mas que até agora ninguém havia dito sobre o assunto: sobre a importância dos refugiados serem ouvidos, para sabermos o que pensam e o que têm a nos dizer sobre o problema que enfrentam em seus países. Homem de trabalho silencioso e de articulação política, cheio de adversidades dentro do órgão e na condição do cargo que ocupa,eu, particularmente, mais do que na condição de católico não praticante, mas como cidadão preocupado com os desafios de século XXI, me sinto extremamente representado pelo Papa Francisco.
O papa é pop
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