O momento é propicio: precisamos repensar a administração do que é público no Brasil. Esta, sim, é uma reforma urgente, pois precede a todas as demais. Ela é terreno e garantia de que as demais reformas terão espaço na agenda do país. Alterar a administração pública e o sistema político é romper com a ligação entre o funcionário público que não é técnico e o cidadão comum que é corrupto, ambos aninhados nas vantagens do conforto que se compra. Nos favores, na proteção, no parentesco, nos diplomas, no dinheiro e nas características da promíscua relação entre o público e o privado. Uma Reforma Geral da Administração é a garantia de sustentabilidade do sistema para o futuro das próximas gerações, por meio do rompimento de uma cadeia de felicidade individualista que está sangrando o Brasil.
A prioridade das reformas – 21.05.2017
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