A campanha eleitoral aconteceu e a vida na cidade parecia alheia ao processo da escolha do prefeito. No dia das votações as sessões eleitorais estavam completamente limpas, sem panfletos nas calcadas, posteres colados nas paredes ou carros de som circulando pelas ruas. Os muros e as esquinas não faziam menção a nenhum partido. Os candidatos podiam ser encontrados eles próprios nas sinaleiras, trabalhando e conquistando seus votos. Os “fichas sujas” não puderam concorrer. O pragmatismo reclama reconheçamos uma importante quebra de paradigmas na questão eleitoral no Brasil.
Quebra de paradigma? – 31.10.2016
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