O pior lado da Reforma da Previdência não são os números, o déficit ou até mesmo os retrocessos social, mas sim um discurso de equidade reformista que na prática nunca existiu. A Reforma da Previdência deve vir precedida de uma Reforma Política, Tributária e Administrativa. Ou seja, de uma agenda de reformas construída com a sociedade. Daí sim teremos ambiente de moralidade e confiança para mudanças no plano social, principalmente porque estas, tal como propostas, objetivam basicamente angariar credibilidade macroeconômica para o país no plano internacional, e por isso precisamos de consensos. Precisamos também pensar menos nos governos. Precisamos pensar mais no Estado Brasileiro.
De novo sobre as reformas – 09.05.2017
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